Guardiões do Fogo Documentário

Mini Bios

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Roteirista e Diretora: Ellen Corrêa ( à direita na foto)

Ellen Corrêa é roteirista e consultora de roteiro e Diretora. Natural de Porto Alegre/RS.

Premiações:  Em dezembro de 2022 produziu o curta-metragem O Tempo onde atuou como Diretora e Roteirista. O curta ganhou os seguintes prêmios: Prêmio Assembleia Legislativa RS, no 51º Festival de Cinema de Gramado: Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora. No 6º Festival de Três Passos Melhor Roteiro e no XIV Festival Internacional de Cinema da Fronteira/Mostra Internacional de Curtas – Bagé o Melhor Filme Júri Popular. No Mercado Sur Melhor Filme no Júri Popular e  no IV Festival Cinema Negro em Ação  Melhor Roteiro e Melhor Desenho de  Som. Melhor filme gaúcho de curta metragem no Festival de cinema de Santa Cruz e melhor direção no Festival de Canoas, onde o filme também ganhou melhor atriz com Glau Barros.

Parecerista: Júri no Mercado Sur em 2023; no Festival da Fronteira em Bagé foi júri da categoria de curtas-metragens e júri de Pitching.  NoLab/RS em Pelotas foi orientadora do Lab/RS. Está júri de curtas da Frapa desse ano ( 2025). Foi contemplada, em 2024, em primeiro lugar na Paulo Gustavo Municipal-POA para produção de um longa. Fez parte da Comissão de Seleção de Curtas-metragens Gaúchos dentro do 52° Festival de Cinema de Gramado.

Atualmente: está  em fase de pós-produção do longa  Documental “Guardiões do Fogo” onde atua como roteirista e diretora e está desenvolvendo o roteiro de um curta documental chamado “Uns Amores de Mulher .

Roteirista e Diretora ( à esquerda na foto) é Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com
especialização em Cinema pela Universidade Tuiuti do Paraná, e graduação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro. No audiovisual é roteirista, diretora e atua como produtora de elenco em longas e curtas-metragens desde 2021. É produtora cultural e diretora artística do Cine dos Campos – Festival de Cinema de Ponta Grossa (2022), projeto aprovado pelo edital do Programa Municipal de Incentivo Fiscal à Cultura e roteirista e diretora do curta-metragem Corpos Celestes (2022), aprovado pelo edital FAC Audiovisual Entre Fronteiras, coprodução entre Brasil e Argentina.

Quem são os Guardiões do Fogo?
Conheça a história de vida destes Chefs e sua relação com a ancestralidade africana.

Claudia Maria, também conhecida como Claudinha, tem 53 anos é produtora cultural, catequista e idealizadora do projeto Barriguinha Cheia . Crescendo em em uma realidade onde a alimentação sempre foi escassa, na sua maturidade criou uma forma de ajudar outras pessoas a terem o mínimo de segurança alimentar depois de um dia de trabalho. Assim nasceu Barriguinha Cheia, no movimento de Claudinha em reunir doações e transformar no café da manhã e no jantar de cerca de 200 famílias da sua vizinhança.

Kyzzy Rodrigues – Nutricionista de formação e Empreendedora na área da gastronomia saudável. Atuação na culinária Afrocentrada em plantas e proprietária da Ajeum Integral.

Hellen Miranda – Do coração de Madureira ao sul do Brasil, uma mulher transforma a cozinha num ato de amor e resistência, trazendo à mesa o axé, a memória e a força das mulheres negras que vivem em sua ancestralidade.

Natural de África, nascida no bairro de Madureira(RJ). Cozinho desde os meus 8 anos de idade até aqui, aos 38 anos. Quando crescida em algum momento eu achei que não fosse ter tanta afinidade com os alimentos, já que lá atrás nos foi tirado até o direito de sentir, olhar ou ter tempo para sentar com os nossos numa mesa. Hoje tenho em mim aqueles que se foram e fazem questão de me lembrar que cozinhar é um ato de amor, de reivindicar por esse lugar de ancestralidade, união e memórias. Fui filha e neta de mulheres que não conheci, mas que correm em minhas veias. Hoje, morando há 10 anos no RS, me reafirmo e sei que carrego todo axé em minhas mãos. Aos meus mais velhos, sua bênção. Aos meus mais novos, peço licença.

Fabiana Sasi é baiana de Ilhéus, radicada em Porto Alegre desde 2003, mas sempre retornando às terras do sem fim para regar as raízes. Fabiana é formada em Comunicação Rádio e TV com pós em Cinema, e após 15 anos atuando nessa área, já abraçando a culinária e essa paixão por, ela resolve torná-la uma profissão em 2014

Silvana Cardoso – No Tempero da Preta, Silvana mistura espiritualidade, cultura afro-brasileira e ativismo em pratos que honram os Orixás, a ancestralidade e o sabor único da Bahia com raízes no sul.

A história da Silvana é feita de espiritualidade, cultura e ativismo, mas tudo com muito tempero. Através dos ensinamentos dos Orixás e da ancestralidade, ela faz pratos únicos, criados com o tempero original da Bahia. Silvana juntou a culinária baiana com a história dela no sul e daí nasce o Tempero da Preta. “Minha comida leva carinho e ancestralidade, respeitando as tradições afro e dando continuidade a uma marcha histórica do nosso povo. Axé”.

Eliz Alejo – Formada em gastronomia pela escola IGA POA, atualmente trabalha como Personal Chef. Faz eventos Gastronômicos e é Chef fixa todas as sextas-feiras em um programa de tv na Rdctv da Claro Net TV.


Fabrício Goulart – A cozinha é a alma de uma casa, um espaço de acolhimento único de cada família. A escolha e preparo dos alimentos guardam memórias e as comidas que chegam à nossa mesa trazem no sabor histórias e saberes dos nossos ancestrais. Foi assim que o chef Fabrício aprendeu a cozinhar: observando sua avó e se tornando um dos grande nomes da cozinha contemporânea.

Consultor e gestor de projetos em inovação sustentável, pesquisador e chef no segmento de A&B (Alimentos e Bebidas). Pós graduado em Inovação e Empreendedorismo, mestrando em Ambiente e Sustentabilidade pela Uergs, fundador da Feitosa Foodtech, startup que desenvolve projetos de co-criação em alimentos com foco em economia circular e bioeconomia. Agente de transformação, incentivador do consumo sustentável, da agricultura familiar e salvaguarda da ancestralidade e saberes da floresta. Utiliza a educação como ferramenta de transformação e desenvolvimento.

Cheff SYD
Direto do Senegal, o Chef Ses Sidy escolheu o Rio Grande do Sul e Porto Alegre para viver e quer que seu restaurante, o Teranga, seja um espaço de vivência e trocas da cultura africana, através da comida, música, ambientação e afeto.